Neste artigo
Defina antes as perguntas que o sistema precisa responder
Liste as consultas que a equipe faz toda semana: saldo de uma série, próximo evento de pagamento, posição de um investidor, documento vigente de uma emissão. Esses pontos viram o roteiro da avaliação.
O critério central é simples: a resposta precisa sair de uma base única e ser a mesma para tesouraria, controladoria e atendimento ao investidor.
Cadastro estruturado das condições
As condições de cada série precisam estar em campos, não apenas em um PDF anexado. São esses campos que alimentam agenda, cálculos e relatórios. Verifique se o sistema registra:
- Quantidade, valor nominal e datas relevantes da série
- Indexador, taxa ou spread e regra de remuneração
- Cronograma de juros e de amortizações
- Valores emitido, subscrito e integralizado, separados entre si
Posição por investidor que pode ser explicada
Peça para ver a posição de um investidor e o caminho até ela: o que foi integralizado, o que já foi pago a título de juros, o que foi amortizado e o que permanece. Se o número não puder ser explicado na tela, ele dificilmente será explicado ao investidor.
Memória de cálculo e documentos vinculados
Pergunte como o PU de uma data foi formado: parâmetros, índices, datas de referência e eventos considerados. Confirme também quais modalidades de remuneração da sua carteira de emissões são atendidas; isso depende do escopo de cada projeto.
Escrituras, aditamentos e comprovantes devem ficar ligados à emissão e à série correspondentes, e alterações devem deixar histórico de quem mudou, quando e o quê.
Leve um caso real para a demonstração
A forma mais objetiva de avaliar é usar uma emissão que você conhece bem, com o próximo evento já previsto.
Checklist para a demonstração
- As condições de cada série estão em campos estruturados?
- Emitido, subscrito, integralizado e saldo aparecem separados?
- A posição de um investidor pode ser explicada passo a passo?
- O cálculo mostra parâmetros, índices e datas usados?
- Documentos ficam vinculados à emissão e à série?
- Alterações deixam histórico de autoria e data?
Como a DBEX ajuda a avaliar e controlar suas emissões
A DBEX reúne em uma plataforma o cadastro de emissões e séries, a posição por investidor, a agenda de juros, amortizações e vencimentos, o cálculo do PU com memória e os documentos de cada operação, com histórico das alterações.
Na demonstração, você pode levar uma emissão sua e ver como ela fica organizada. A DBEX é uma ferramenta de tecnologia: não substitui o papel da securitizadora, do agente fiduciário nem as análises jurídica e contábil.
Conheça Emissões e CaptaçõesConteúdo informativo. Não constitui recomendação de investimento nem orientação jurídica, contábil ou tributária.
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